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“Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global” e as questões emergentes do planeta
Poluição do ar é uma das mais importantes causas ambientais que precisa de urgente atenção
A obra “O Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global”, do jornalista, advogado e ambientalista Hércules Góes, aborda, entre tantos temas, questões emergentes e críticas relacionadas a diversos problemas que hoje o planeta enfrenta.
A obra, já lançada no Brasil no início do ano, e lançada em Nova Iorque neste mês corrente de julho, traz indagações importantes sobre acontecimentos que nos permeiam e que muitas vezes acabam no esquecimento.
A questão do lixo, da miséria e da poluição do ar, por exemplo, são tópicos relevantes relacionados ao dia-a-dia de qualquer cidadão.
No tocante à poluição, há grandes pontos importantes, uma vez que quase todas as grandes cidades do mundo sofrem com os efeitos daninhos da poluição do ar, estando as cidades de São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México como as mais poluídas do mundo.
A poluição do ar seja talvez um dos problemas mais atenuantes da atualidade, visto que gera diversos problemas nos grandes centros urbanos. Além disso, a saúde do ser humano é a mais afetada com a poluição – doenças respiratórias levam milhões de pessoas todos os anos aos hospitais. Ecossistemas também são prejudicados em virtude da poluição, pois, a chuva ácida, fruto da poluição, mata plantas, animais e vai corroendo monumentos históricos com o passar do tempo.
Infelizmente, o homem acaba sendo o grande vilão desta história, mas, apesar das notícias negativas, a tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. Como exemplo, muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil há milhões de carros movidos a álcool e biodiesel, combustíveis não fósseis, que poluem pouco.
Com todos fazendo sua parte, essa realidade pode ser revertida e assim será possível evitar um caos ambiental em um futuro muito próximo.
Sobre a obra
“O Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global”, que teve sua primeira edição lançada no Brasil em abril deste ano, está lançando sua edição internacional em Nova Iorque no corrente mês de julho
Em sua primeira fase internacional, o lançamento do livro e DVD homônimo, dentro do projeto “Grito da Amazônia” foi coroado com grande êxito no último dia 10, tendo a ONU como palco discorrer sobre tão nobre tema ambiental.
O evento foi aberto por Kiyo Akasaka, subsecretário geral para Comunicação e Informações Públicas da ONU, que discorreu sobre a importância da região amazônica internacional, bem como o papel dos países contra o desmatamento e as medidas mitigatórias, visando o combate ao aquecimento global, ameaça que pode extinguir o planeta em um futuro próximo, até 2012, de acordo com o cientista Antonio Nobre do Inpa.
A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira na ONU, fez um vibrante e contundente pronunciamento em favor da união dos povos em prol do combate ao desmatamento florestal, bem como a questão dos biocombustíveis, elogiando a iniciativa dos organizadores do evento ao colocar em pauta um tema de tamanha delicadeza, trazendo a Amazônia brasileira para ser discutida em um palco tão nobre como o da ONU, após o imenso sucesso da mesma exposição recentemente no Píer 17, também em Manhattan.
Muitos aplausos tiveram os irmãos Eugênio e Caetano Scanavinno, titulares da ONG Saúde e Alegria e do Grupo de Trabalho Amazônico, quando mostraram ao seleto auditório presente no hall das exposições a importância do conhecimento aprofundado no que diz respeito às questões da selva amazônica, o combate ao desflorestamento e o aquecimento global. Os irmãos paraenses Scanavinno, médicos que possuem um barco para apoio aos ribeirinhos amazônicos, têm uma longa vida devotada à causa sócio-ambiental de apoio às comunidades excluídas e têm merecido respeito e prestígio da comunidade ambiental brasileira e internacional. A exposição amazônica produzida por eles mostra a marca da força junto aos formadores de opinião.
Neste contexto, o ambientalista e advogado Hércules Goés, membro da ONG Instituto Árvore da Vida e diretor da Editora Ecoturismo - a pioneira no Brasil a tratar de tão relevante tema – foi muito aparteado pelos vários presentes no mesmo hall, a respeito do seu projeto “Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global”. Os diplomatas presentes lhe dirigiram questões pontuais sobre os índices de desmatamento amazônico, o tema da fome e dos biocombustíveis, os ícones amazônicos, as medidas contra o aquecimento global e o papel do ecoturismo e da sustentabilidade no atual modelo predatório mundial.
O jornalista ambiental, que se uniu em parceria ideológica e conceitual aos irmãos Scanavinno nesta abertura de exposição internacional em Nova Iorque (com previsão de expansão para Dubai e outros países), acabou cedendo autógrafos a diplomatas, funcionários de carreira da ONU, e estudantes de vários países – entre os quais Noruega, Itália, Suécia, México, EUA e Albânia.
Tanto o seu livro “O Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global” - obra que discorre sobre a questão amazônica em 220 páginas – como seu DVD homônimo, foram bem aceitos no evento. Hércules Góes também discutiu as bases do projeto ambiental que tem o mesmo caráter sócio-ambiental do grupo diretor da Exposição em questão, e recebeu convites para proferir conferências sobre o tema em Universidades ao redor do mundo, bem como para participar de festivais internacionais com o DVD e difundir a causa amazônica presente no projeto ambiental “Grito”.
Esta bem sucedida fase internacional do projeto sustentável “Grito” prosseguirá nos próximos dias em Los Angeles e San Francisco na Califórnia, encerrando a fase exterior do projeto, que tem alvo de ter a última fase decisiva no final de novembro na Amazônia, logo após o Fórum Mundial dos Biocombustíveis, promovido pelo governo brasileiro.
O evento internacional em Nova Iorque teve o patrocínio da Alcoa Foundation, do Ministério do Meio Ambiente e da Petrobrás, algumas das empresas que também chancelam o projeto “Grito da Amazônia”.
Ana Joppert
Assessora de Imprensa - MTB: 46105/ SP
Revista Ecoturismo e Agroenergias Renováveis

Embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira na ONU recebendo livro das mãos de Hércules Góes.

Kiyo Akasaka, subsecretário geral para Comunicação e Informações Públicas da ONU, ao lado do ambientalista Hércules Góes.
Crédito das fotos: Wagner Santiago
Manifestações positivas no Independence Day
Trabalhando sem parar, o grupo articulador das ações do “Grito da Amazônia Sustentável” participou ativamente das comemorações alusivas ao mais festejado feriado norte-americano, às margens do East River, onde uma massa de mais de 500 mil pessoas se espremiam para ver os chamados fireworks dos 232 anos da Independência dos EUA.
O grupo ativista ambiental distribuiu forte material alusivo às ações ambientais brasileiras, além de revistas, DVDs e alguns livros para o conhecimento do que é a Amazônia brasileira e os efeitos do desmatamento da floresta no aquecimento global.
Entre os vários grupos que recebiam as manifestações brasileiras, muitos alegavam desconhecimento sobre o Brasil e sobre a própria Amazônia, uma vez que as ações atingiram povos de mais de 100 países presentes no local, época de verão na metrópole americana.
Indianos, croatas, chineses e japoneses ficaram interessados e demonstraram certa preocupação com os destinos da floresta tropical amazônica e internacional. No entanto, muitos tinham a clara convicção de que a floresta amazônica era um bem pertencente a toda humanidade e não a um ou mais países soberanamente.
Neste final de semana, o grupo ativista brasileiro fará ações em pontos muito concorridos, entre eles o o Museu de História Natural, o Guggenheim Museum, The Museum of Modern Art e na Times Square,
que é certamente o ponto mais concorrido de Nova Iorque, onde milhares de pessoas se concentram deixando as ruas praticamente intransitáveis. Andar nestas ruas é um exercício de paciência, já que o principal esporte do nova-iorquino é andar a pé, de bicicleta, metro e ônibus. Carro particular em Manhattan e nos outros bairros de NY é um luxo desnecessário, caro e fora de moda. Andar a pé é um esporte natural do povo local que recebe fortemente a mensagem ambiental brasileira e a massificação da Revista Ecoturismo, que corajosamente é distribuída gratuitamente para conhecimento do povo, como mostra do pré-lançamento na costa leste americana.
A Broadway também está incluída no roteiro noturno das articulações deste ousado grupo ativista ambiental brasileiro e o Bronx e o Harlem para este domingo serão pontos obrigatórios do grupo, que está atingindo todos os alvos programados para esta dispendiosa e forte ação ambiental em prol da preservação da maior floresta tropical do planeta, esperando resultados a médio prazo de investidores na floresta e no Brasil, alvo destas ações .
“GRITO DA AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL” ESTÁ MOVIMENTANDO NOVA IORQUE
O Grupo que comanda o projeto Grito da Amazônia Sustentável na sua fase internacional, chegou nesta segunda-feira (30 de junho), em Nova Iorque, uma das maiores metrópoles do planeta, e está articulando várias ações buscando atingir as metas que foram propostas no planejamento iniciado no início deste ano.
A liderança do projeto internacional, que trabalhará inicialmente na Costa Leste americana e na segunda fase na Costa Oeste, está nas mãos dos jornalistas e ativistas ambientais Hércules Góes, Jacira Gonçalves, Martin Gonçalves e Rafael Ayres, que trabalham com tarefas repartidas visando a sensibilização de significativos setores da sociedade norte americana.
Na terça-feira, 1º de julho, a liderança do grupo reuniu-se em audiência com a executiva Sueli Bonaparte, Diretora Executiva da Brazilian American Chamber of Commerce, com escritório na Madison Avenue, no coração comercial de Manhatan. Após longa explanação dos objetivos do projeto sustentável brasileiro, o grupo recebeu o honroso convite desta conceituada entidade binacional americana e brasileira para a filiação da Editora Ecoturismo, uma das responsáveis pela execução do projeto, ao grupo que faz a interação dos negócios brasileiros com interesses nos EUA, e os norte-americanos interessados no investimento no Brasil.
Com algumas palestras e reuniões já previstas para o dia 8 de julho na Churrascaria Tribeca e dia 10 na própria sede da Amcham, a direção do projeto Grito, de repercussão e sustentabilidade, fará eventos com a finalidade de mostrar a um publico altamente formador de opinião, que é preciso chamar a atenção de investidores de grandes grupos e empresas para investirem no combate ao desmatamento da maior floresta tropical do planeta.
O grupo diretivo também mostrará através da doação de livros e DVDs homônimos do projeto, oportunidades de investimentos em projetos de crédito de carbono na Amazônia, o avanço no desmatamento na selva, alguns predadores e ícones ambientais como Marina Silva e Chico Mendes, todos contidos nas obras que são porta vozes do projeto sustentável brasileiro, que teve em sua fase inaugural apoio de importantes empresas brasileiras, entre elas a Petrobrás, Furnas, Eletrobrás, BNDES, governo do Estado de Rondônia, Ariau Tower Hotel em Manaus e outros significativos representantes dos setores preocupados com a sustentabilidade e a promoção da imagem do Brasil no exterior que acaba redundando em investimento grande, como o que ocorre atualmente.
A importância deste projeto em Nova Iorque, prende-se ao fato de que muitos jornalistas americanos e de outros países aqui fincados, que cobrem o coração comercial da metrópole, como a Nasdaq , a Bolsa de Valores de NY e outros fundos de investimentos, conhecem o potencial das empresas brasileiras, listadas entre elas a Vale do Rio Doce, Banco do Brasil, Bradesco e outras significativas.
Neste projeto Grito Amazônico, traduzido para o idioma inglês, há uma fase de lançamento dia 10 de julho por ocasião da abertura da Exposição Amazon Forest e Climate Change na sede da ONU, evento comandado pela ONG Saúde e Alegria e pela Amazoniabrasil.org, sob os auspícios da brasileira Petrobrás, empresa altamente reconhecida e prestigiada nos EUA, em função das novas descobertas de gás na Bacia de Santos e preocupação sócio ambiental.
O grupo de trabalho internacional está articulando ações junto à assessoria dos ativistas ambientais Al Gore e Wangari Mathai convidando-os para participarem fortemente na fase brasileira do projeto que deverá ser ao final de novembro na Amazônia e também em função do Fórum Mundial de Biocombustíveis organizado pelo Governo Brasileiro, onde o projeto Grito está buscando parcerias, uma vez que o objetivo é comum no sentido de viabilizar e sedimentar cada vez mais a principal bandeira do governo Lula, mostrar aos principais países que é possível a utilização das energias renováveis, sem o comprometimento para a alimentação e combate a fome no planeta.
Em função das articulações em Nova Iorque e das eleições em ambos os países, o grupo organizador internacional estuda o convite para um dos pré-candidatos presidenciais norte-americanos se posicionar relativamente ao tema da Amazônia sustentável, ao que diz respeito aos biocombustíveis (etanol e biodiesel) e ao tema das energias renováveis envolvendo EUA e Brasil.
A primeira semana de julho está sendo muito plena e o grupo pretende trabalhar inclusive nos festejos de 4 de julho, envolvendo ações diretas promocionais nas proximidades da Macys, loja de departamentos que estará promovendo os fireworks na cidade que recebe uma quantidade incomensurável de visitantes de todo o planeta neste verão norte americano.
Direto de Nova Iorque
Sucesso do projeto “Grito” vai para a segunda semana
Previsto inicialmente para acontecer apenas na primeira semana de julho, o projeto “Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global” foi tão bem recebido e coroado de êxito que o grupo articulador resolveu estender as ações para a segunda semana de julho em Nova Iorque, só que dividindo as equipes e comissões de trabalho.
Enquanto uma parte do grupo comandada pelo ambientalista Hercules Góes, fica em Nova Iorque contatando as grandes empresas brasileiras que estão na Bolsa de Valores e fundos de investimentos interessados na sustentabilidade brasileira, formando novas comissões e grupos de trabalho, o restante do grupo parte para articular a Costa Oeste norte-americana.
O restante do grupo da Costa Oeste terá a direção da ambientalista Jacira Gonçalves que articulará ações em Los Angeles e San Francisco, quando se juntará ao grupo novamente, a Comissão da Costa Leste e a partir do dia 11, o grupo volta a formar ações apenas em Los Angeles e San Francisco até o dia 28 de julho.
O resultado dessas ações será fundamental para o êxito da última etapa, já em território brasileiro do “Grito da Amazônia Sustentável” que tem previsão para acontecer dia 28 de novembro em Porto Velho capital de Rondônia, com convites para Manaus – Amazonas e Palmas no Tocantins.
A causa ambiental amazônica polemiza em Nova Iorque
Um grupo de ativistas e jornalistas ambientais brasileiros se encontram deste o início da semana na mais importante capital planetária – Nova Iorque – atrelando ações junto a setores da economia, da política, ONGs e jornalismo a fim de mostrar alguns fatos ambientais brasileiros com suas naturais contradições.
Este grupo, liderado pela Editora Ecoturismo, a mais antiga do segmento de sustentabilidade brasileira e a ONG Instituto Árvore da Vida, tem encontrado algumas resistências, mas muitas reações favoráveis entre o público norte-americano, na cruzada ambiental que eles ousaram cunhar de “Grito da Amazônia Sustentável contra o Aquecimento Global”.
O momento é extremamente favorável, visto que Nova Iorque acabou de receber a Exposição Amazônia Brasil da ONG Amazônia Brasil no Píer l7 e agora inaugura o Seminário e Exposição sobre Mudanças Climáticas na ONU, no próximo dia 10, ocasião em que o grupo comandado pelo jornalista e advogado ambiental Hércules Góes lança oficialmente a fase internacional do projeto perante a diplomacia,com a fase mais visível que é livro e o DVD homônimos do projeto e mais a Revista Ecoturismo (www.revistaecoturismo.com.br).
A polêmica ambiental amazônica vem na esteira do lançamento do livro do jornalista Pedro Batista, que, no final de junho, também sacudiu as paredes da ONU ao discorrer sobre o tema da impunidade na região mais tropical do planeta – a Amazônia brasileira.
Diante dos fatos que estão sendo promovidos pelo grupo brasileiro no livro e DVD que trata do desmatamento amazônico, do papel dos biocombustiveis x a fome, etanol, biodiesel, energias renováveis, de ícones amazônicos como Chico Mendes, Marina Silva, Dorothy Stang, e o momento positivo da imagem brasileira com empresas como Petrobras e Vale, respeitadas pelas ações e preocupações sócio ambientais - já foram realizados convites para novas ações com promoções do livro em setembro junto ao grupo do Brazilians Day e há perspectivas das obras ganharem as livrarias americanas como Amazon.com e Barnes & Noble.



Ana Joppert
Assessora de Imprensa
Revista Ecoturismo e Agroenergias Renováveis
imprensaecoturismo@yahoo.com.br
NOVA YORK ECOARÁ GRITO DA AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL
A mais importante metrópole planetária repercutirá o Grito da Amazônia Sustentável contra o aquecimento global iniciado dia 25 de abril em Rondônia, com uma segunda etapa em ll de junho na Expovel no mesmo estado,finalizando a fase nacional no primeiro semestre do ano,
O Grito da Amazônia consistente em seminários, livros e dvds teve um excelente balanço de abertura quando quase 500 formadores de opinião comparecerem à Ulbra para mostrarem na região amazônica seu inconformismo contra os predadores ,os que aumentam os gases de efeito estufa e concorrem para o aquecimento global da Terra ,neste 2008,instituído pela Onu para comemorar o cuidado planetário.
Este ambicioso projeto que nasceu das discussões da Conferencia de Bali na Indonésia ,com o compromisso dos principais paises em investir em fundos para conter o desmatamento amazônico e as emissões de gases estufa,após a etapa nacional , vai buscar sensibilizar pessoas e investidores em Manhatan , equities funds, a apostarem na contenção e na mitigação do desmatamento da maior floresta tropical do mundo , cobiçada por vários paises que querem que ela seja um Patrimônio de todo o Mundo e não apenas do Brasil que a contem em maioria.
O projeto estenderá sua força sustentável com as pessoas que estão nos principais pontes da Apple , fazendo a Exposição Amazônia Brasil e com as comunidades ribeirinhas, populações indígenas e se alia nestes bons propósitos da mostra dos principais ícones amazônicos e se estenderá a pontos como a Wall Street,ao Bronx,Brooklin, Central Park, Broadway, Carnegie Hall, Onu e locais onde estão empresários e autoridades brasileiras, latino americanas e as de várias partes do mundo ali instaladas.
O grito pautará as discussões sobre a sustentabilidade e os biocombustiveis , a fome no mundo e a preservação ambiental;créditos de carbono ,Internacionalização da Amazônia, Investimento na Floresta Tropical brasileira e internacional e o Plano Amazônia Sustentável , colocando em alta pontos oriundos de discussões ministeriais, com Mangabeira Unger e que resultou na saída da Ministra Marina Silva e entrada de Carlos Minc no Ministério do Meio Ambiente brasileiro.
Comissões e Fórum da Amazônia Sustentável serão postas nesta fase internacional do Grito que pretende sensibilizar importantes setores internacionais para a luta de um povo de mais de l2 milhões , os amazônidas e o respeito de outros milhões de brasileiros que tem na Selva Amazônica, um dos seus principais pontos de afirmação ,soberania e orgulho , já que ela representa l/4 do território nacional.
O grito estará buscando as grandes empresas brasileiras com interesse em New York e nos Eua como um todo, entre elas a Petrobrás,Vale, Banco do Brasil, Bradesco ,Bndes, ,Única, com sede ou escritórios na metrópole,entidades binacionais como a Brasil Foundation, Câmara de Comércio Brasil New York.
Grande oportunidade para expor aos investidores americanos,com material em inglês, as potencialidades nacionais como o etanol, biodiesel,o turismo e a tecnologia sustentável que pode ser o diferencial para o Brasil que entra na roda como um dos grandes em desenvolvimento, ao lado de Rússia, China e Índia, os chamados Brics.
Estão previstos nesta epopéia novaiorquina aproximações com as equipes de Al Gore e Wangari Mathai ícones da sustentabilidade que estão sendo convidados para as ultimas etapas do evento no Brasil .
A cidade imortalizada por Frank Sinatra e palco dos maiores acontecimentos sócio econômicos e artísticos dos últimos l25 anos anos,quando da comemoração da Ponte ligando dois importantes pólos ,selará o grande pacto pela sustentabilidade e defesa da Floresta Amazônica , um dos maiores patrimônios sustentáveis do Brasil e do mundo.
O evento em Nova York será realizado na primeira semana de julho, coroando a festa de 4 de julho, data da Independência dos EUA.
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Hercules Góes
CEO
REVISTA ECOTURISMO e AGROENERGIAS RENOVÁVEIS
55 13 3223-9650
55 13 9102 4451
55 69 9249 1210

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Seminário de Sustentabilidade provoca
polêmicas e produz manifesto
O V Seminario Internacional de Sustentabilidade e Integração Latino Americana, aconteceu no dia 30 de novembro no auditório da ULBRA em Porto Velho capital do estado de Rondônia, foi um sucesso. Além de promover o debate, trazer palestrantes de alto nível aprovou em plenária a Carta de Rondônia, libelo da população contra o aquecimento global e a favor de energias mais limpas, bem como o cumprimento das responsabilidades ambientais.
Há mais de duas décadas que o paulista-rondoniano Hércules Góes, vem bravamente lutando em prol da implantação de suas idéias e projetos de sustentabilidade em todo o planeta, através da revista Ecoturismo.
Agora que o mundo encontra-se em um a perigosa encruzilhada entre a sustentabilidade e o desenvolvimento, novamente se apresenta sua voz em um libelo contra o aquecimento global, organizando com competência o evento.
O senador Raupp destacou em sua fala na abertura do Seminário que a imprensa tem um papel relevante no processo de despertar interesse na opinião pública para que haja incentivo, principalmente na produção de Biodiesel e na questão do gasoduto.
Raupp afirmou que “a questão das usinas está praticamente ganha, e agora temos que ganhar a do gasoduto”. O Senador disse que o Seminário veio em um momento crucial, onde as diversas forças do Estado estão se alinhando para que as questões de interesse de Rondônia, do Brasil e do mundo, como são o gasoduto e as usinas, tenham um aprofundamento e possam vir a se tornar uma realidade trazendo o desenvolvimento e a preservação.”.

GRANDE PLATEIA LOTA O V SEMINARIO
O gasoduto Urucu-Porto Velho
Um outro momento que causou comoção e levou a platéia a se manifestar, foi quando o diretor da Rongás, Paulo Andrade contestou o parecer emitido pelo ministério de Minas e Energia, considerando a construção do Gasoduto inviável, do ponto de vista econômico. “Como você pode trazer um combustível que custa 26 dólares por milhão de btu, como o diesel, por via fluvial por 2 mil quilômetros e isto ser viável. E um combustível mais barato, como é o caso do gás, que custa apenas 3 dólares por milhão de btu, via gasoduto por 500 quilômetros e não ser viável”, contestou Paulo Andrade.
“Este estudo ninguém viu, não se sabe os parâmetros da pesquisa, portanto baseado nos dados que possuo afirmo com segurança que não pode ser verdade. Há outros mercados interessados no gás de Urucu e nós temos que engajar a sociedade, como um todo, nesta batalha pelo nosso direito legítimo ao acesso a esse combustível que vai alavancar a economia e gerar baixo impacto ambiental”.

IVO BENITEZ DO MP FALA SOBRE GASODUTO
Combustível limpo
Em sua palestra no V Seminário Internacional de Sustentabilidade e Integração Latino-Americana, Paulo Andrade apresentou dados sobre o desenvolvimento que a construção do gasoduto produzirá em Porto Velho e região, com crescimento anual estimado em 8,5%, bem acima da média do país que gira em torno de 5%. Além de ser o mais limpo dos combustíveis. De acordo com o Diretor da Rongás, a colocação de gás natural em lugar do Diesel, hoje consumido pelas geradoras de energia, 470 toneladas de óxido de enxofre e 83 mil toneladas de dióxido de carbono deixariam de ser despejados na atmosfera.
Ao final a leitura da Carta de Rondônia que fala do cumprimento das compensações ambientais que estão previstas para ser implementadas juntamente com a construção do complexo das usinas do Madeira e da manifestação a favor da construção do gasoduto Urucu-Porto Velho, o seminário chegou ao fim tendo a certeza que atingiu seu objetivo de propor debates, trazer experts e fazer com que a população local da Amazônia brasileira e internacional discutisse suas realidades e manifestasse sua vontade.
O resultado final dos debates vai agora se transformar em um livro e um DVD trilíngüe, Inglês, Português e Francês e vai correr o mundo levando a nossa mensagem, a mensagem do povo Amazônico.

Discussão ambiental foi o principal tom
do
V Seminário de Sustentabilidade promovido
pela Revista Ecoturismo e Agroenergia, com casa cheia.
Ministério na prensa
Subprocurador de Justiça de Rondônia ameaça processar Ministério de Minas e Energia
A verdadeira batalha que está se tornando a instalação do gasoduto Urucu-Porto Velho teve mais um lance durante o V Seminário Internacional de Sustentabilidade e Integração Latino-americana.
O Subprocurador de Justiça do Estado Ivo Benitez afirmou que está analisando o parecer do Ministério de Minas e Energia que considerou o gasoduto inviável do ponto de vista econômico.
Segundo Benitez, “há alguma desinformação de alguém, ou então há uma mentira tentando acobertar outros interesses”. No entanto, dinheiro público está envolvido e se houver algum tipo de dolo na questão, vou processar os responsáveis, enfatizou o Subprocurador.
De acordo com os comentários durante o seminário, o gasoduto que teve já um laudo de viabilidade econômico favorável apresentado anteriormente, está passando por um ataque cerrado de forças políticas da cidade de Manaus que querem que o gás fique no estado do amazonas. Diante disso, o Subprocurador afirmou categoricamente diante da plenária do seminário que há a possibilidade de se processar criminalmente quem assinou o documento.
Os comentários nos bastidores do seminário afirmam que mais coisas estão por vir, pois as forças políticas de Rondônia estão se aglutinando em torno do movimento Gasoduto já e a disputa pelo gás promete se acirrar.
O Deputado do Amapá, Moisés Souza roubou a cena durante os debates no Seminário. Suas intervenções sempre bem embasadas, e a maneira contundente como cobrou por diversas vezes, o cumprimento das contrapartidas ambientais acabou por levantar a platéia que ovacionou o deputado em plenária, não sem comentar que ele estava fazendo o que os parlamentares de Rondônia, que se ausentaram do evento, deveriam estar fazendo. Lutando pelo bem da população local.
O Deputado Moisés Souza do PSC, que é candidato a prefeito de Macapá afirmou que entende “ser a Amazônia, como um todo o nosso lar e que deve ser defendida por todos independentemente da cidade em que se esteja, do estado ou até mesmo do país”.

Autoridades ambientais da energia participam do Seminário de desemvolvimento sustentável promovido pela Revista Ecoturismo e agroenergias, pioneira no meio ambiente amazônico.
Centro de Excelência Ambiental
Um dos projetos mais relevantes e estratégicos da Petrobras na Região Norte, o Centro de Excelência Ambiental da Petrobras na Amazônia (Ceap), foi apresentado em primeira mão, aqui em Rondônia, durante o V seminário Internacional de Sustentabilidade e Integração latino-americana, que reuniu Ongs, estudantes, empresários e profissionais que discutiram as propostas sustentáveis contra o aquecimento Global.
O gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobrás da Região Norte, Nelson Cabral definiu o empreendimento como uma rede de recursos físicos, humanos e tecnológicos de conhecimentos e de informações, da Petrobrás e da sociedade, para a atuação integrada na busca de introdução de inovações tecnológicas e empresariais na região.
Uma iniciativa que une a vanguarda tecnológica e o conhecimento científico ao compromisso de responsabilidade social e ambiental presentes na missão da companhia e necessários a sua atuação sustentável na região. O Centro foi criado para que os projetos desenvolvidos por diferentes instituições na Amazônia sejam integrados e realizados com a cooperação entre os envolvidos.
O Centro foi idealizado como um instrumento gerencial para parcerias da Petrobras na região, envolvendo universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais, Ongs e agentes econômicos. Cerca de quatro grandes projetos de pesquisa e desenvolvimento já em andamento fazem parte da carteira do Ceap, reunindo em torno de 650 pesquisadores. A implantação do centro representa investimento de R$ 500 milhões da Petrobras até 2012.
Núcleos temáticos
“O Ceap é um aglutinador de dados obtidos por intermédio das pesquisas realizadas na Amazônia. Nele estão agregados, por exemplo, informações sobre modelagem hidrodinâmica dos rios da região, mapas de sensibilidade ambiental a derrames de petróleo e estratégias de contingência. Esse conhecimento nos auxiliará em nossas operações de exploração e produção, transporte fluvial, refino e distribuição, de modo a atuarmos com segurança e sem impacto ambiental”, afirmou Cabral. Uma das iniciativas englobadas pelo Ceap vai monitorar as atividades de transporte de petróleo e gás natural oriundos de Urucu, a segunda maior província terrestre brasileira, localizada em plena Floresta Amazônica e que foram alvo de debates acalorados durante o Seminário.

LIDERANÇAS POLITICAS E EMPRESARIAIS
CARTA DE RONDÔNIA
A comunidade regional e internacional reunida no plenário do auditório da Universidade Luterana do Brasil - Ulbra em Porto Velho, Rondônia, resolve propor aos organismos nacionais e internacionais medidas urgentes e mitigatórias visando aplacar o aquecimento global, longamente combatido no painel do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas -IPCC, e no relatório de desenvolvimento humano global do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, dentro das metas do milênio.
Rondônia que está no epicentro da questão energética e ambiental do planeta, às vésperas do leilão da primeira usina hidrelétrica do Rio Madeira, o maior afluente do Amazonas, reunindo Ongs, estudantes, empresários e agentes públicos, dentro da política de uma construção verde, deseja mostrar ao Brasil e ao mundo a sua preocupação com a sustentabilidade ambiental.
Afinados com as novas tendências mundiais, a plenária que está discutindo o tema do turismo sustentável como fator de integração latino-americana, os reflexos das plantações para composição do Biodiesel e etanol, o PAC, o gasoduto de Urucu e a instalação das Usinas hidrelétricas do Rio Madeira, demonstra total coerência ao apelar para os formadores de opinião e a mídia que repercutam o brado da população local da Amazônia sustentável contra o aquecimento global, firmando a posição que não abrirá mão de sua soberania ambiental, mas que, o mesmo tempo, tem direito a melhoria do desenvolvimento humano, havendo pois que se discutir, cada vez mais, os investimentos sustentáveis na região.
.O WWF-Brasil alerta para as graves conseqüências do aquecimento global e do desmatamento sobre a Amazônia. De acordo com uma revisão de artigos científicos sobre o assunto, as mudanças climáticas poderiam transformar a maior parte da floresta Amazônica em Cerrado, resultando em enormes impactos sobre a biodiversidade e o clima do planeta. "Estamos correndo sérios riscos de perder boa parte da maior floresta tropical do mundo, pois, com um aquecimento de alguns graus, o processo de desertificação será irreversível", afirma Carlos Nobre, cientista do INPE e Presidente do Programa Internacional de Geosfera e Biosfera (IGBP - International Geophere-Biosphere Program).
Assim, as populações tradicionais, preocupadas com o crescimento das especulações causadas pelos grandes projetos que o PAC – Plano de aceleração de crescimento projetou para a Amazônia, em especial para a área compreendida entre o sul do Estado do Amazonas, Rondônia e Acre, que já está produzindo o fenômeno do desenvolvimento, com aumento de investimentos nos setores da construção civil, industria e comércio, está lançando um grave alerta: esta importante parcela do povo amazônico brasileiro e internacional afirma no acalorado debate desenvolvido no Seminário Internacional de sustentabilidade, que não se omitirá diante da avalanche de problemas sócio - ambientais que hoje recaem sobre o imenso território verde da Amazônia e compromete os ganhadores do leilão para que, a execução das usinas do Rio madeira, supostamente uma das dez maiores obras em construção hoje no planeta, assumam as responsabilidades compensatórias como prevêem os acordos para licenciamento ambiental prévio do complexo energético que ora se instala em Rondônia. Os dois lados da questão, tanto ambientalistas quanto desenvolvimentistas concordam em um ponto: é preciso que as políticas públicas para questão ambiental na Amazônia, leve em consideração as peculiaridades locais, com seus sabores, cores e particularidades, pois vindo apenas de gabinetes refrigerados da distante Brasília, com certeza não contemplará nem gregos nem troianos e o patrimônio cultural, ambiental, humano e material é altíssimo.
Grandes notícias e lançamentos
marcam o ano de 2007
ACRE E RONDÔNIA: TEMAS DE LIVROS AMAZÔNICOS
As possibilidades que se abrem para o Brasil com o iminente término da Construção da Rodovia Interoceanica, Chamada de Rodovia para o Pacifico, que deverá ficar pronta em 2009, a troca de cultura, informações e negócios entre os povos andinos e brasileiro, são alguns dos temas abordados por Hércules Góes, em seu novo livro lançado em julho para o mercado brasileiro.
O autor, mestrando em direito ambiental, paulista radicado atualmente em Rondônia, traça um paralelo entre o Movimento amazônico que clamou pela Construção desta histórica Rodovia do Pacifico nos anos 80 até a sua quase conclusão neste começo de século, conforme declaração do presidente peruano Alan Garcia, a grupo de empresários e políticos paulistas, rondonienses e acreanos no mês de junho de 2007 em Lima.
O país terá um novo contorno a partir desta conclusão que está sendo financiada com recursos da Cooperação Andina de Fomento entre outros organismos internacionais, e olhará para o Atlântico e o Pacífico ambos de frente e com total possibilidade de grandes e novos negócios.
O outro livro do escritor jornalista Góes, é Madeira Mamoré Patrimônio da Humanidade “Edição do Centenário comemorada em 2007, e que fala da epopéia da sua construção, consumindo milhares de vidas no inicio do século XX, abordada em obra televisiva recentemente pela Globo sob o titulo do romance homônimo Mad Maria, e o autor traça um paralelo da ficção e realidade histórica deste ícone amazônico.
Hércules ainda fala da sua preocupação com a construção das Usinas do Rio Madeira, Jirau e Santo Antonio e com as condicionantes propostas pelo Ibama no sentido de preservar este bem histórico que foi pedido oficialmente para a Unesco, em 2005, em Paris, para concorrer a lista dos bens considerados Patrimônio Histórico da Humanidade, a exemplo do Pelourinho e outros patrimônios culturais brasileiros.
O organismo ambiental brasileiro, respeitando a opinião de milhares de ambientalistas não permitirá que o Consórcio que vai construir as duas mega Usinas, destruam parte deste Patrimônio do Povo Rondoniense, Amazônico e Brasileiro que é a Ferrovia Madeira Mamoré, um Patrimônio da Humanidade.
A polêmica está instalada e o advogado e jornalista autor dos livros está aproveitando os lançamentos em várias cidades do Brasil para suscitar estes debates nas comunidades acadêmicas e certamente os seus livros servem para esta democrática discussão.
Os povos acreanos e rondonienses terão um novo papel a partir de 2009 com a abertura desta Rodovia do Pacifico e é hora de preparar a infraestrutura para receber o novo tempo que se inicia com estes projetos em construção.
Os livros lançados em julho servem para parâmetro também para os candidatos aos concursos públicos rondonienses e amazônicos e que se debruçam sobre este tema e podem ser encontrados em todas as livrarias de Rondônia ou pelo email: ecoturis@terra.com.br e também pelo telefone: 69 9249-1210.
Hércules Góes, é autor dos livros acima aludidos e mais 3 de sua autoria, e mestrando em direito ambiental pela Unisantos, presidente fundador da Câmara de Comercio Brasil Venezuela de Rondônia.
MADEIRA MAMORÉ É UM ICONE MUNDIAL
Muitas pessoas não se dão conta da importância de se ter em seu território um verdadeiro ícone da Cultura e do Patrimônio da Humanidade. Aqui no Estado de Rondônia, temos o privilégio de possuir um Verdadeiro Patrimônio da História e da Cultura do Homem na Terra, que é a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, comemorando em 2007 o seu Centenário do Início de Construção.
Verdade é que faltam muitos cuidados para protege-la e de fato dar a ela e aos visitantes de várias partes do Brasil e do Mundo que acorrem para visita-la a proteção para a sua dimensão e importância planetária.
No ano de 2005, quando o Brasil comemorou o Ano Brasil na França, em todas as festividades que incluíram desde a música popular brasileira, com as maiores expressões nacionais,do teatro, das artes e da literatura nacional, a Madeira Mamoré foi alçada a um grande patamar e colocada entre os maiores nomes representantes das letras brasileiras.
O Livro Madeira Mamoré Patrimônio da Humanidade ( 4 ª edição) ,de Hércules Góes, ficou na Relação das Obras Destaques brasileiras, conforme informação da Comunicarte, ong francesa, ao lado de obras e autores como José Sarney (Capitão do Mar), Fernando Gabeira (Os Guerrilheiros estão cansados) , Jorge Amado (Cacau e Bahia de Todos os Santos), Ariano Suassuna (Auto da Compadecida) Rede Globo, o que representa uma grande visibilidade para este ícone amazônico e rondoniense.
Naquele mesmo ano o autor paulista rondoniano protocolou na Unesco , um pleito para que aquela entidade ligada a ONU, considerasse a possibilidade de sua pré candidatura a Patrimônio Histórico da Humanidade, como já são o Pelourinho em Salvador, a cidade de Brasília entre outros bens culturais nacionais.
O Rio de Janeiro viu incluído recentemente o Cristo Redentor como uma das Oitavas Maravilhas do Mundo o que já está dando ao estado fluminense grande visibilidade mundial e fluxo de turistas de todas as partes para visita-la,gerando recursos e rendas para o povo do Rio.
Em agosto de 2007, o Prefeito Roberto Sobrinho, de Porto Velho, cidade que abriga a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, receberá oficialmente aquele patrimônio da União para cuidar e administrar em um momento de grande significado para a economia nacional.
O IBAMA através da Licença Prévia 25l/2007 expediu no dia 9 de julho a Licença Prévia para inicio do processo de leilão e depois construção das Usinas Hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau , no Rio Madeira, em Porto Velho, na capital do Estado de Rondônia , que por um tempo será um dos mais significativos estados do país na questão de suprimento da energia e evitar o apagão elétrico.
Entre as condicionantes que o Ibama impôs ao Empreendedor Furnas e ao futuro Consórcio ganhador da construção das obras, estão um Programa de Compensação Social com apoio à comunidade ,visando o desenvolvimento de atividades sustentáveis.
Outras condicionantes, são de apresentação de programas e projetos apoio o patrimônio cultural local impactado pelo empreendimento,a preservação do patrimônio pré histórico e histórico recomendado pelo Iphan e providencias para a desafetação da área tombada da nossa Estrada de Ferro Madeira Mamoré.
Queremos então diante desta condicionante lançar um repto aos empreendedores e aos candidatos ao Consórcio que girará mais de 20 bilhões de reais, que assumam como Mecenas e Patrocinadores , a exemplo de grandes financeiros do Brasil apoiando a campanha vencedora do Cristo Redentor, a pré Candidatura da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade no ano em que ela completa seu Centenário de Início de Construção.
Baixe aqui a lista de obras-destaque brasileiras, segundo a Comunicarte..
Hércules Góes autor do Livro Madeira Mamore Patrimônio da Humanidade e presidente da Sociedade de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de Rondônia
ecoturis@terra.com.br – www.revistaecoturismo.com.br
telefone: 69 9249-1210
O livro atualmente está em sua 5 ª edição
MACHU PICHU E RODOVIA DO PACIFICO
O escritor paulista Hércules Góes, atualmente radicado em Rondônia, um dos mais contextualizados estados da Amazônia, mercê das Usinas do Rio Madeira, acaba de lançar mais duas obras literárias neste mês de julho .
O primeiro livro denominado “Madeira Mamoré Patrimônio da Humanidade” comemora o Centenário do Inicio da Construção da épica ferrovia que foi um dos itens do Tratado de Petrópolis, firmado pelo Barão do Rio Branco, na Questão da Anexação do Acre , tomado da Bolívia, ressuscitando a centenária questão que envolve as difíceis relações com os vizinhos amazônicos.
A obra trata de um dos mais polêmicos patrimônios históricos e culturais, que foi abordado recentemente por uma emissora de televisão, na minissérie “Mad Maria” e foi um dos setores requeridos pelo Ibama para conservação, sob pena de não concessão da licença prévia ambiental para a construção das Usinas de Santo Antonio e Jiraú que poderão impedir o apagão elétrico brasileiro.
O segundo livro do autor que também é jornalista e advogado, mestrando em Direito Ambiental pela Unisantos, é a obra “Perspectivas Econômicas da Amazônia” com abordagem da histórica luta amazônica pelas Saídas do Oceano Pacífico, abrindo ao Brasil a possibilidade de encurtando distancias atingir os mercados andinos, asiáticos, europeus e parte dos EUA por aquela região e aos povos que não tem mar como os bolivianos, chegar ao Oceano Atlântico.
O livro trata também do cronograma de obras desta Rodovia Interoceânica que foi uma utopia durante mais de l século e que deverá ser inaugurada em 2009, possibilitando total integração turística, econômica, social e comercial, com pontos como a recém eleita Maravilha do Mundo, o Machu Pichu que é um dos ícones peruanos mais visitados na América Latina e vislumbrando na contrapartida, afluxo turístico dos peruanos e demais povos andinos aos bens históricos, culturais e turísticos amazônicos que ficarão facilitados pela Estrada que está em franca pavimentação.
Portanto, as vias de transporte ferroviária e rodoviária, energia, patrimônio histórico e cultural da Humanidade são os temas abordados pelos livros que são obras obrigatórias para quem conhecer as potencialidades da Selva Amazônica que não somente abriga a maior floresta Tropical do planeta, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo, com defensores em todo o mundo .
O autor dos livros estará fazendo a partir da próxima semana uma série de lançamentos dos livros em vários cursinhos e escolas da capital do estado de Rondônia, visando a difusão das obras junto aos alunos que vão prestar concurso público para o Detran Rondônia e Prefeitura de Porto Velho.
No dia 30 de julho o autor também estará lançando os livros Madeira Mamoré e Perspectivas Econômicas da Amazônia, na Praça da Integração na grande ExpoAcre, a maior exposição agropecuária do Estado do Acre, visando atingir o publico acreano e peruano que deverá estar presente nesta importante feira.
O autor do livro tem mais 3 obras lançadas e esgotadas e os livros podem ser encontrados em várias livrarias em todo o Brasil, ou pelo email ecoturis@terra.com.br ou telefone 0xx69 9249-1210
Fernanda Santiago Valente
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